sexta-feira, 1 de junho de 2012

Portal Terra repercute polêmica da aula criacionista

O Portal Terra publicou notícia sobre a recente polêmica envolvendo a aula ministrada por um professor do Colégio Adventista de Várzea Grande, MT, na qual ele apresenta uma versão alternativa para a formação dos fósseis: o dilúvio de Gênesis. Leia a notícia abaixo, com meus comentários entre colchetes [MB]:
A Bíblia não pertence a uma religião específica e o professor mencionou apenas argumentos ligados à geologia, à história e à paleontologia, concluindo que eles poderiam corroborar o relato bíblico do dilúvio. O Terra cai no lugar comum de polarizar a questão como sendo ciência versus religião e apela para o “Estado laico” como justificativa para o não ensino de religião. Leia a notícia abaixo e, em seguida, a íntegra da nota enviada ao Terra pelo colégio de Várzea Grande:
A foto de uma aula na qual o professor ensina a alunos do 6º ano do Colégio Adventista de Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, MT, que os fósseis são restos de animais e plantas petrificados formados “na época do dilúvio” tem gerado muita repercussão nas redes sociais, após a imagem ter sido publicada na página do Facebook da escola. A foto da aula, publicada no começo do mês, tem gerado muitas críticas de pessoas contrárias à proposta de ensino e acusam a igreja de “alienação” além de considerarem a aula uma “piada” [mesmo sendo informadas de que as escolas adventistas ensinam criacionismo e evolucionismo, essas pessoas continuam insistindo na ideia de “alienação”]. Já outros defendem a iniciativa como uma proposta “crítica”, pautada na “fé” e aplaudem a coragem da entidade e do professor.
Segundo nota divulgada pela escola, o ensino praticado pela instituição é o criacionismo em conjunto com o evolucionismo, baseado em argumentos científicos e lógicos, sem imposição de crenças religiosas e “em harmonia com as prescrições do Ministério da Educação e Cultura”. De acordo com a escola, a maioria dos alunos não frequenta a Igreja Adventista, mas o objetivo é desenvolver o entendimento de ambos os modelos entre os estudantes.
Acerca da aula sobre os fósseis, a instituição esclarece que “para que haja fossilização, são necessários (pelo menos) fatores como sepultamento rápido (para evitar a decomposição do animal ou que ele seja devorado por predadores/carniceiros) e grande quantidade de água e sedimentos [...] pode ter havido um grande evento catastrófico no passado que promoveu extinções em massa”. Segundo a escola, o professor tentou apenas permitir que os alunos desenvolvam senso “crítico/comparativo”.
“Além disso, é bom lembrar que são conhecidas centenas de culturas em todo o planeta que guardam algum relato relacionado com uma grande inundação que teria devastado o mundo. Lamentavelmente, a intenção do professor foi distorcida e a aula sobre fósseis virou motivo de acalorado debate no Facebook. Tivesse ficado apenas no debate, já teria valido a pena, pois o debate, quando respeitoso, acaba sendo proveitoso, ainda que apenas para que se conheçam as ideias de quem pensa de maneira diferente”, diz o comunicado, que finaliza dizendo que a instituição está em primeiro lugar no município entre as escolas cujos estudantes são submetidos à prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Procurado pelo Terra, o Ministério da Educação repassou ao Conselho de Educação mato-grossense a responsabilidade pelo acompanhamento e aprovação do que é ensinado nas escolas daquele Estado. Através de sua assessoria de imprensa, a pasta demonstrou preocupação com o caso e prometeu repassar as informações para o ministro Aloizio Mercadante [levando-se em conta o nível da educação no Brasil, o governo e os Conselhos de Educação deveriam se preocupar com coisas bem mais sérias...].
De acordo com o Conselho de Educação do Mato Grosso, o Estado é laico [o que não significa “ateu”], segundo normatiza a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, por isso o ensino de preceitos religiosos não deve ser cobrado como conteúdo em provas, por exemplo [é bom lembrar que a aula em questão não tinha que ver com “preceitos religiosos” e sim com o modelo diluviano corroborado pela história, pela geologia e pela Bíblia, livro sagrado para muitas religiões, não apenas a adventista]. Apesar de a escola ser mantida por uma instituição adventista, o ensino religioso deve ser algo facultativo para o estudante, além de precedido de uma discussão e aprovação em assembleias dentro da escola, antes de ser apresentado ao conselho para avaliação [a educação adventista está presente no Brasil desde 1896 e sempre foi conhecida por sua ética e pelos valores morais que defende, princípios que transcendem bandeiras denominacionais. O ensino religioso nas escolas adventistas tem como base a Bíblia e não doutrinas particulares dessa ou daquela religião].
Membros da Academia Brasileira de Ciências (ABC) que atuam na área da genética manifestaram preocupação com o que consideraram ideias “retrógradas que afrontam o método científico, fundamentadas no criacionismo, também chamado como ‘design inteligente’ [...] [na verdade, esse punhado de cientistas está indignado pelo fato de um dos maiores cientistas brasileiros defender o design inteligente e o criacionismo]. [Eles dizem ainda:] sentimo-nos afrontados pela divulgação de conceitos sem fundamentação científica por pesquisadores de reconhecido saber em outras áreas da Ciência”, diz a carta divulgada pela ABC.
De acordo com o site do colégio, a aula de História “diferente” foi ministrada com a supervisão do professor Toni Carlos Sanches, com a simulação da produção de fósseis [ou seja, ciência experimental]. “A discussão girou em torno da questão se os fósseis se formaram há milhões de anos, como sugere o Evolucionismo, ou se foram formados há milhares de anos, por ocasião do dilúvio, como sugere o Criacionismo”, segundo divulgou a instituição. “Após os experimentos, os alunos ficaram entusiasmados e muitos confirmaram a crença em um dilúvio universal”, completa.
No entanto, a discussão não é nova. Nos Estados Unidos, uma lei do Estado do Tennessee, que deve entrar em vigor brevemente, permitirá que os professores de escolas públicas questionem o consenso científico em questões como aquecimento global e teoria da evolução. [Por que não questionar esses “consensos”, quando grandes expoentes ligados a essas bandeiras admitem seus exageros? Confira. Além disso, grandes nomes da ciência como Copérnico e Galileu também discordaram do “consenso científico” (não apenas religioso) de sua época e fizeram a ciência avançar; o consenso às vezes é prejudicial, Thomas Kuhn que o diga.]
A medida visa a permitir aos professores que ajudem os estudantes a compreender, analisar, criticar e revisar de forma objetiva as potenciais fragilidades científicas das teorias existentes abordadas na disciplina ensinada, mas que não deve ser usada “para promover qualquer doutrina religiosa ou não religiosa”, segundo diz o texto da nova lei. [Repito: a intenção da educação adventista não é a de promover doutrina religiosa, mas, sim, colocar os alunos em contato com uma teoria alternativa relacionada com o assunto das origens e ensinar um evolucionismo crítico, que não varre para baixo do tapete as insuficiências epistêmicas do modelo. - MB]
Íntegra da Nota de Esclarecimento enviada pelo Colégio Adventista:
O criacionismo – ensinado no Colégio Adventista de Várzea Grande, MT, juntamente com o evolucionismo – é uma corrente de estudos interdisciplinares que procura explicar a origem da vida e do Universo, com semelhanças e diferenças em relação às teorias evolucionistas e ao design inteligente. O Colégio Adventista de Várzea Grande ensina o criacionismo, baseando-se em argumentos científicos e lógicos, sem impor crenças religiosas nem omitir a versão evolucionista. Portanto, o ensino se encontra em harmonia com as prescrições do Ministério da Educação e Cultura.
Os motivos pelos quais o colégio ensina também o criacionismo podem ser lidos neste link. Em resumo, o colégio adventista procura proporcionar aos estudantes (a maioria dos quais não pertence à igreja adventista) todo o conhecimento necessário para seu desenvolvimento, o que inclui o entendimento tanto do modelo evolucionista, quanto do criacionista.
Com relação à aula sobre fósseis sob a ótica criacionista, ministrada pelo professor da disciplina de História, Toni Sanches, na última semana, no Colégio Adventista de Várzea Grande, faz-se oportuna breve explicação: é sabido que, para que haja fossilização, são necessários (pelo menos) fatores como sepultamento rápido (para evitar a decomposição do animal ou que ele seja devorado por predadores/carniceiros) e grande quantidade de água e sedimentos. O fato de haver incontáveis animais e plantas fossilizados em todo o mundo, incluindo-se aí dinossauros de grande porte, cuja fossilização exigiria enormes quantidades de lama e sepultamento rápido, indica que pode ter havido um grande evento catastrófico no passado que promoveu extinções em massa. Muitos desses animais foram realmente pegos de surpresa, tanto que foram encontrados peixes fossilizados no exato momento em que devoravam a presa e fósseis de animais no instante em que davam à luz. Além disso, evidências indicam que os dinossauros morreram afogados, tendo sido, posteriormente, fossilizados.
O que o professor Sanches fez foi discutir uma visão alternativa à evolucionista, na busca da explicação a respeito do surgimento dos fósseis, e permitir aos alunos desenvolver o senso crítico/comparativo. Além disso, é bom lembrar que são conhecidas centenas de culturas em todo o planeta que guardam algum relato relacionado com uma grande inundação que teria devastado o mundo. Lamentavelmente, a intenção do professor foi distorcida e a aulasobre fósseis virou motivo de acalorado debate no Facebook. Tivesse ficado apenas no debate, já teria valido a pena, pois o debate, quando respeitoso, acaba sendo proveitoso, ainda que apenas para que se conheçam as ideias de quem pensa de maneira diferente.
As escolas adventistas contribuem com a sociedade fornecendo bons profissionais e alunos preparados para a concorrência em exames vestibulares e no ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), haja vista que, nos últimos anos, o Colégio Adventista de Várzea Grande, onde a referida e discutida aula foi ministrada, tem se mantido em primeiro lugar no município entre as escolas cujos estudantes são submetidos à prova do ENEM.

Fonte: http://www.criacionismo.com.br/2012/04/portal-terra-repercute-polemica-da-aula.html

domingo, 27 de maio de 2012

EvangelismoWeb nas grandes cidades



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EvangelismoWeb nas grandes cidades

O projeto de evangelismo nas grandes cidades da Igreja Adventista do Sétimo Dia para 2013 também contará com a força da Internet.
A Divisão Sul-Americana, em parceria com a Rede Novo Tempo de Comunicação lançaram hoje, em Hong Kong no fórum mundial de Internet, o desafio: alcançar 100 milhões de pessoas nas grandes cidades pela Internet!
Para isso, contaremos com a ajuda do nosso super time de evangelistas na web. Se você ainda não faz parte deste time, curta nossa página no Facebook CLICANDO AQUI e aceite este desafio com a gente! Siga nosso perfil no Twitter também e fique por dentro de todas as novidades em tempo real: @evangelismoweb
Vamos fazer diferença na Internet? Com o Espírito Santo, 100 milhões de pessoas é muito pouco!
E aí, vai encarar o desafio? Estamos lhe esperando =)

sábado, 26 de maio de 2012

 

Novos cursos bíblicos para Facebook

“E este evangelho do reino será pregado em todo mundo, como testemunho a todas as nações…”
De 2011 pra cá as maneiras de pregar o evangelho nas redes sociais estão se tornando cada vez mais variadas.
Além de compartilhar vídeos, músicas e textos bíblicos, os usuários do facebook já podem convidar seus amigos para um estudo bíblico dentro do próprio perfil, “sem sair de casa”.
O curso “Futuro com Esperança” lançado em 2011 já foi instalado por mais de 21 mil usuários do facebook, e a idéia é que os outros cursos sigam na mesma proporção, e alcancem cada vez mais pessoas com a mensagem do evangelho.
Conheça o perfil de cada curso e divulgue para os seus amigos:



Futuro com Esperança

Oferece respostas para perguntas sobre a Bíblia, profecias, morte e origem da vida, entre outras.
Com apresentação das lições em vídeo pelo Pr. Luís Gonçalves.




Intimidade com Deus

Um estudo bíblico para quem quer aprofundar o relacionamento com Deus.





Saúde Emocional

Elaborado pela psicóloga e Mestre em Psicologia Karyne M. Lira Correia, o curso aborda temas como: medo, insegurança, depressão, esperança.

Para acessar e compartilhar o endereço é
www.facebook.com/tvnovotempo/app_293252144080345

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Evangelismo na Internet

Confira o que tem sido feito pelo evangelismo on-line na América do Sul. Para saber mais acesse: www.biblia.com.br






Você pode ser o próximo evangelista que terá uma história dessas pra contar!http://evangelismoweb.com/2012/05/10/3-irmaos-e-uma-unica-esperanca/

5 coisas para as quais você nunca deve olhar


5 coisas para as quais você nunca deve olhar

1 – Não olhe para nada que a (o) impeça de obedecer a Deus. “E se o seu olho o fizer tropeçar, arranque-o e jogue-o fora. É melhor entrar na vida com um só olho do que, tendo os dois olhos, ser lançado no fogo do inferno” (Mateus 18:9).
2 – Não olhe para coisas inúteis. “Desvia os meus olhos das coisas inúteis; faze-me viver nos caminhos que traçaste” (Salmo 119:37).
3 – Não olhe para as atrações do mundo. “Pois tudo o que há no mundo – a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens – não provém do Pai, mas do mundo” (I João 2:16).
4 – Não olhe para o lado escuro da vida. “Os olhos são a candeia do corpo. Quando os seus olhos forem bons, igualmente todo o seu corpo estará cheio de luz. Mas quando forem maus, igualmente o seu corpo estará cheio de trevas” (Lucas 11:34).
5 – Não desvie o olhar do caminho de Deus para você. “Olhe sempre para frente, mantenha o olhar fixo no que está diante de você” (Provérbios 4:25).
Textos bíblicos na Nova Versão Internacional

quinta-feira, 24 de maio de 2012

sábado, 5 de maio de 2012

2012/05/05 Pregação Daniel Candioto







2012/05/05 Pregação Daniel Candioto na igreja Adventista do Setimo Dia - Central em Rolim de Moura - RO