terça-feira, 26 de junho de 2012

Coral do IASP em Rolim de Moura (Central)



10 Dicas de como usar o Facebook para o evangelismo

Se o Facebook fosse um país ele seria maior que o Brasil, na verdade seria o terceiro mais país do mundo com quase 1 bilhão de habitantes. O Facebook é rede social mais popular entre jovens brasileiros de 19 a 24 anos, mas também é bastante utilizado pela terceira idade.
A importância do FB para a comunicação digital é indiscutível.  Um estudo da Hitwise revelou que um fã no Facebook pode visitar um site cerca de 20 vezes em um ano. Então, se você tem mil fãs significa que  poderá receber 20 mil visitas adicionais em seu site ou blog durante um ano.
E para a propagação do evangelho? O FB pode ajudar ? Seguem 10 dicas de como usar seu perfil ou uma página no FB para levar esperança.

1. Compartilhe seu testemunho. Deixe as pessoas conhecerem o que significa para você seu  relacionamento com Deus.
2. Seja Positivo. Tente tornar as atualizações do seu “status” sempre positivas. Poste coisas ou situações que tenham sido bênçãos em sua vida e que possam ser úteis a outras pessoas.  Se você não tiver nada positivo a dizer, não diga. A atitude positiva é tão contagiosa quanto a negativa.
3. Deixe Deus falar. Uma boa idéia é colocar versos bíblicos encorajadores. Eles podem chegar aos seus amigos no momento em que eles mais precisam. Experimente.
4.  Saia a procura de novos amigos. Procure antigos amigos de infância e Escola e reinicie o relacionamento com eles.
5. Cuide dos seus amigos. Demonstre preocupação por seus amigos. Tente confortar ou dar uma palavra de apoio para quem precisa. Lembre-se do aniversário deles.
6. Seja grato. Compartilhe gratidão pelo que Deus tem feito em sua vida. Isso levará  encorajamento para seus amigos.
7. Além dos posts. Ore pelas pessoas no Facebook, compartilhe testemunhos e devocionais.
8. O que não fazer. Não entre em debates, não ofenda a crença ou religião dos outros.
9. Seja Real. Seja  humilde e sincero. Não tente ser alguém que não é. Mostre Cristo na forma como você vive, aprende, ri e escreve.
10. Não use o “adventês” ou termos teológicos, pois isso espanta as pessoas. Seja simples e claro.

domingo, 24 de junho de 2012

sábado, 23 de junho de 2012

BÍBLIA FÁCIL - NOVA TEMPORADA "REALITY CRISTÃO"


CHAMADA NA TV NOVO TEMPO



O Bíblia Fácil é um programa semanal de estudo da Bíblia. Nessa nova temporada, foram reunidos representantes de vários Estados do Brasil, como Ceará, São Paulo, Minas Gerais, Sergipe e Rio Grande do Sul. Gente com histórias de vida, denominações e cultura diferentes, para estudar a Bíblia de forma intensiva. Todos reunidos em um lindo Spa no interior de São Paulo, longe da rotina estressante de cada um, para descobrir o que Deus pode fazer através da Bíblia na vida de quem se propõe a viver essa aventura espiritual


Durante as gravações surgiram conflitos, nem sempre as descobertas da Bíblia são compatíveis às convicções de cada um. Também foram momentos de descobertas e de decisões importantes. As câmeras da TV Novo Tempo captaram momentos de sorriso e choro que revelam o que acontece de verdade na vida de uma pessoa que se confronta com a vontade de Deus, e você confere tudo isso nos 18 programas desta temporada.

ACOMPANHE TODOS OS PROGRAMAS NA LISTA DE REPRODUÇÃO ABAIXO:

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Alexandre Lima (Ex. Arautos do Rei)


PRESENÇA CONFIRMADA

O Cantor Alexandre Lima, 1º Tenor da Formação “Aqui é Seu Lugar”, do Arautos do Rei

Em Rolim de Moura na Central, Sábado dia 22/06 no Programa JA


Igreja Católica faz pressão e barra texto que sugere aborto na Rio +20


O documento final da Rio +20 deixou de fora direitos de sexualidade e reprodução das mulheres consagrados na quarta Conferência Mundial para as Mulheres, realizada em Pequim em 1995. Alguns países, como Estados Unidos e Noruega, protestaram na plenária final a retirada do termo, usado desde aquele ano em textos das Nações Unidas. As modificações foram feitas no parágrafo 16, e se referem à Declaração de Pequim, aprovada na conferência sobre mulheres de 1995, e à Plataforma de Ação, aprovada posteriormente no Cairo. Ambas estabelecem o direito das mulheres sobre sua vida reprodutiva e lhes garantem acesso a métodos de planejamento familiar.
No texto que será encaminhado aos chefes de estado nesta quarta-feira, substituiu-se a promoção de “direitos de sexualidade e reprodução” por “serviços de saúde” da mulher. De acordo com Átila Roque, diretor-executivo da Anistia Internacional do Brasil, a mudança significa, na prática, uma redução dos direitos igualitários da mulher. “É uma questão que abrange a participação das mulheres sobre todas as políticas que têm impacto sobre a vida delas, como garantir sua autonomia sobre decisões que afetam o próprio corpo”, disse Roque, em entrevista ao site de VEJA. “Na prática isso cria uma estrutura para a descriminalização do aborto, mas não necessariamente os países precisam seguir essa via”, diz.
“Os governos não estão sendo consistentes no respeito aos direitos das mulheres, e muitos grupos cederam aos apelos dos representantes do Vaticano, retirando do texto final da Rio+20 artigos que poderiam garantir o direito reprodutivo feminino”, diz Jan Egeland, diretor da executivo da Human Rights Watch.
Oposição – De acordo com diplomatas que participaram das negociações, há dois grandes opositores ao direito sexual e reprodutivo da mulher. O primeiro deles é um grupo de países com forte tradição religiosa, como Malta, Egito, Chile, Polônia, Rússia, Honduras, República Dominicana, Nicarágua, Síria e Costa Rica. “São países de forte tradição religiosa conservadora que se articulam há quase 15 anos”, analisa Roque. A segunda – e poderosa – oposição vem da Santa Sé, grupo de observadores da Vaticano que não tem poder de veto, mas que exerce influência sobre os países católicos mais conservadores. “Durante as sessões de negociação, os observadores da Santa Sé se manifestaram intensamente contra a inclusão dos direitos de sexualidade e reprodução das mulheres no texto final da Rio +20″, diz um dos diplomatas.
A resistência da igreja em apoiar a inclusão do termo que garante os direitos de sexualidade e reprodução das mulheres gira em torno da via que abre caminho para a legalização do aborto. “Não é uma posição que defendemos na Rio+20. Defendemos isso há mais de 2 mil anos. Direito de reprodução não é uma questão de saúde ou de população. Defender isso é defender o assassinato. É o mesmo que defender a solução final de Hitler”, diz um reverendo negociador da Santa Sé.
Roque rebate dizendo que as políticas de inclusão reprodutiva e sexual das mulheres abre um leque de possibilidades que não necessariamente levam à legalização do aborto. “São direitos que forçam o estado a desenhar políticas públicas e crie condições para que as mulheres, que representam metade da população do mundo, vivam melhor e tenham direitos humanos mais igualitários.”
Posição do Brasil – Durante entrevista coletiva, o chanceler Antônio Patriota disse que o Brasil foi contra a remoção do termo. “Estou particularmente frustrado pela exclusão do termo, mas o papel do Brasil como anfitrião é buscar o consenso”, disse. “Há uma profunda divergência entre as nações e não será algo que resolveremos nesse encontro”, disse. O embaixador André Corrêa do Lago, que participou das negociações brasileiras, amenizou. “Perdeu-se o termo, mas reafirmamos um programa que tem como meta os direitos reprodutivos da mulher”, disse. “Foi o caminho possível para chegarmos a um consenso.”

sábado, 16 de junho de 2012

NOTA FALECIMENTO: JOÃO ROZENDO SOBRINHO

NOTA FALECIMENTO:
 JOÃO ROZENDO SOBRINHO

19/06/1927 - 15/06/2012


Irmão João Rozendo Sobrinho, um dos pioneiros da Igreja Adventista em Rolim de Moura.


A família convida amigos e irmãos para ultimas homenagens na Igreja Adventista Central, Av. Porto Velho, 5085 em frente Posto Miriam 2.


Haverá momentos de louvor e mensagem espiritual sábado 16/06/2012 as 10:00h e as 15:00h culto fúnebre e cortejo as 17:00h.



segunda-feira, 11 de junho de 2012

Ser Cristão sem Frequentar a Igreja


 Realmente, uma das grandes tendências doentias hoje é que, mesmo dentro da igreja, haja o individualismo.
Mas vou deixar que um dos teólogos mais ouvidos e respeitados em todo o mundo, responda.
Russell Burrill explica que
o duro individualismo… faz com que os [cristãos] pensem que podem servir a Deus separados de qualquer ligação com a comunidade de fiéis. Tal pensamento é absolutamente estrangeiro ao pensamento dos cristãos do primeiro século.
Este envolvimento em uma comunidade de crentes [é] o que a maioria dos cristãos precisa desesperadamente nos dias de hoje. Ao invés de uma opção para os cristãos… seria impossível ser um cristão do Novo Testamento e não estar envolvido na comunidade. Cristãos isolados não são cristãos, mesmo que seus nomes estejam nos livros das nossas igrejas. Comunidade não é obtida ao tornar-se membro, mas também não é obtida sem tornar-se membros. Comunidades cuidadosas onde as pessoas verdadeiramente ministram uns aos outros são a base em que toda missão real pode acontecer nas igrejas adventistas.
As igrejas adventistas modernas tornaram-se muito dependentes dos pastores que, em grande parte das igrejas, sem ele nenhum ministério é possível. Como resultado, os adventistas possuem um clero frustrado e esgotado. Os desafios de pastorear não serão resolvidos se pedirmos para que os pastores tornem-se mais qualificados em mais áreas. Carl George descreveu a necessidade da maioria das igrejas:
Mostre-me uma igreja grande e centralizada no pastor e eu lhe mostrarei uma equipe de clero cansada. Mostre-me uma igreja grande, dirigida por leigos, organizada de maneira simples onde o clero não está exausto por estar trabalhando demais, e eu lhe mostrarei uma igreja não irá parar de crescer, pois serão capazes de cuidar muito bem ao chamar Deus a uma nova vida através disso.
A essência do pecado é a tentativa de viver separado da comunidade, isolado uns dos outros.
Os adventistas com freqüência proclamam que Deus quer restaurar a humanidade a Sua imagem. Se for assim, então, no coração do adventismo deve haver o desejo de restaurar as comunidades quebradas em comunidades que reflitam a imagem divina.
É por isso que me apego, com unhas e dentes, ao conselho bíblico:

“Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia”.

Como tarefa de casa, recomendo-lhe a leitura de Hebreus 10:19-39. Duvido que, ao ler atentamente este texto, você não seja impactado.
Um abraço do pastor que muito quer ver você na congregação de crentes que estará no Céu,

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Igreja Adventista é uma seita? E ai ta bem explicado?

Igreja Adventista é uma seita? E ai ta bem explicado?

Fantástico denúncia caso de homofobia em Instituto Adventista


Reportagem::



A assessoria de imprensa do Instituto Adventista Brasil Central (IABC) publicou uma nota de esclarecimento mostrando a versão do colégio sobre a matéria divulgada no Fantástico sobre uma jovem que foi expulsa da instituição por manter relações homossexuais com uma colega de turma.
Na versão da escola não houve discriminação por orientação sexual como alega Arianne Pacheco Rodrigues, hoje com 19 anos, que foi expulsa do IABC em 2010. No documento do colégio as normas são reeditadas para que todos vejam que faz parte das regras à punição de alunos que cometerem: “Furto; uso ou porte de cigarro, bebida alcoólica, droga ou armas; ato sexual; certos tipos de agressões físicas, verbais e outras, conforme considere a Comissão para Desenvolvimento Estudantil”.
Ao que foi informado, a direção da escola conta que ficou sabendo por amigas de Arianne que ela, que estudava no colégio em regime de internato, estava mantendo relações sexuais com sua parceira dentro da instituição, sendo que o namoro no Instituto é proibido.
Nas normas gerais há um artigo falando sobre isso: “h. Lembre-se de que em seu namoro (que só ocorrerá com a permissão dos pais) não é permitido contato físico, seja nas dependências da escola ou em atividades externas em que você a esteja representando.” (A letra “h” do subitem 1.1, do item 1 dos Itens Gerai).
Ou seja, as alunas foram punidas por não respeitarem as normas gerais e não por serem homossexuais. “A aluna citada em reportagem de TV conhecia as regras disciplinares internas e sempre soube das permissões e proibições a que todos os alunos estão submetidos no ambiente escolar, já que estudava havia quatro anos na instituição e já tinha passado algumas vezes pela comissão disciplinar”, diz trecho da nota de esclarecimento.

Nota de Esclarecimento – Instituto Adventista Brasil Central
O Instituto Adventista Brasil Central (IABC) é um colégio que oferece educação em regime de externato, em que os alunos comparecem às aulas e depois retornam aos seus lares; e, também, internato, em que os alunos residem em alojamento na escola. Os pais buscam o Instituto por ser uma escola conhecida por seus altos valores morais e pela educação integral que oferece aos alunos, fornecendo uma experiência educativa única na vida deles.
O colégio é responsável pela educação, integridade física e moral de todos os seus alunos, de modo que a observação de normas de conduta protege toda a coletividade estudantil, já que normas são para organizar e proteger a sociedade.
De acordo com o item 8 das Normas Internas da Instituição Adventista, são vedadas ao aluno, entre outras condutas:
“Furto; uso ou porte de cigarro, bebida alcoólica, droga ou armas; ato sexual; certos tipos de agressões físicas, verbais e outras, conforme considere a Comissão para Desenvolvimento Estudantil.”
Tais regras visam à segurança dos próprios alunos, sendo aceitas por eles e por seus pais quando se candidatam a uma vaga na escola. Dessa forma, a instituição de ensino busca impedir a propagação de situações que são prejudiciais à saúde e à moral no ambiente de estudo.
A aluna citada em reportagem de TV conhecia as regras disciplinares internas e sempre soube das permissões e proibições a que todos os alunos estão submetidos no ambiente escolar, já que estudava havia quatro anos na instituição e já tinha passado algumas vezes pela comissão disciplinar.
A letra “h” do subitem 1.1, do item 1 dos Itens Gerais, determina que:
“h. Lembre-se de que em seu namoro (que só ocorrerá com a permissão dos pais) não é permitido contato físico, seja nas dependências da escola ou em atividades externas em que você a esteja representando.”
A aluna tinha absoluta ciência de que seu comportamento contrariava diretamente as regras e as normas da instituição de ensino. O contato físico no namoro entre dois alunos da escola é considerado falta grave pelas normas dela, acarretando a rescisão do contrato de prestação de serviços educacionais. Essa iniciativa não é incomum na instituição, e independe de opção sexual conforme destacado acima, pois preza pelos altos valores morais e desejo dos pais, sendo essa uma característica bastante ressaltada pelos pais que confiam seus filhos à escola.
Ressalta-se que está previsto o direito de defesa nas normas internas da instituição, tendo sido este fato destacado em juízo, portanto não há inconstitucionalidade alguma em seu estatuto e regimento interno. A aluna teve ampla defesa assegurada, não podendo rotular a decisão de arbitrária.
Destaca-se, finalmente, que as normas não visam reprimir. Ao contrário, são um suporte essencial para a vida de tantos jovens em comunidade dentro de uma instituição de ensino, mantendo-os em harmonia enquanto desenvolvem-se acadêmica e socialmente.
Informações: Gospel Prime/ Reportagem Fantástico

Para cópia deste conteúdo, é obrigatória a publicação integral do texto e a divulgação do link: www.amigodecristo.com

Colégio adventista é acusado de homofobia por expulsar aluna lésbica

IABC diz que aluna manteve relações sexuais dentro da instituição infringindo assim uma das regras Uma aluna expulsa em 2010 do Instituto Adventista Brasil Central (IABC) no distrito de Abadiânia, interior de Goiás, está processando a instituição por homofobia dizendo que a decisão do colégio partiu por ela ser homossexual.
Arianne Pacheco Rodrigues, 19 anos, afirma que sua expulsão aconteceu depois que os professores encontraram cartas de amor que eram trocadas entre ela e outra jovem. Diante do caso a comissão disciplinar formada por pastores e professores resolveu expulsar as duas alunas.
O processo foi aberto pela jovem naquela época, pedindo uma indenização no valor de R$50 mil por danos morais, mas a primeira audiência só aconteceu há duas semanas. A jovem mora hoje com a mãe nos Estados Unidos e de lá foram ouvidas pelo programa Fantástico que abordou o tema.
“Não tive chance de falar. Eu pedi só para eles uma chance, só que eles falaram que não dava, porque eles não aceitavam aquilo no colégio, namorar outra menina”, disse a jovem. A mãe de Arianne, Marilda Pacheco, afirma que o objetivo da ação é tentar impedir que outras crianças passem pelo mesmo processo de exclusão que sua filha foi vítima.
O IABC funciona em regime de internato, as crianças estudam e dormem ali ao longo da semana e voltam para suas casas no final de semana. Pelo relato da jovem ela chegou ao colégio em uma segunda-feira e foi avisada por um pastor que ela teria que deixar a escola.
“Eu fui segunda-feira para aula, e o pastor pegou no meu braço e disse que eu iria embora naquele momento. Eu pedi para me despedir dos meus amigos e ele falou que não. Já era para arrumar as malas. E eu fui arrumar as malas”.
Colégio esclarece o fato dizendo que aluna infligiu regras
O Fantástico também ouviu a versão da direção do colégio que explicou que o motivo do afastamento de Arianne não foi por sua escolha sexual, mas por manter relações sexuais dentro das dependências da IABC.
“A verdade é que ela infringiu uma regra clara da escola e, por isso, recebeu a sanção do afastamento, a questão da intimidade sexual. O afastamento do aluno independente se é um relacionamento homossexual ou heterossexual. Ele recebe a mesma consequência”, declara o diretor da instituição Wesley Zukowski.
Além da prática sexual dentro da instituição, o colégio também pune com o afastamento os alunos que usam drogas ou fazem o uso de armas. O diretor também diz que foram outros alunos que relataram para os professores o que estava acontecendo com as duas meninas.
OAB tenta usar o caso para alertar outras escolas
A Ordem dos Advogados do Brasil da seção de Goiás (OAB-GO), por meio do presidente Henrique Tibúrcio, alega que mesmo tendo regras próprias as escolas precisam levar em consideração primeiramente as regras do Ministério da Educação e a Constituição.
O posicionamento do órgão é contra a expulsão das alunas, condenando a IABC. “A escola foi arbitrária. Não deu nenhuma chance de defesa às alunas e o assunto não passou, não foi debatido pelo Conselho Escolar. A expulsão não é permitida. Se no regimento da escola está escrito que é possível haver expulsão nessa escola, esse regimento está contra a Constituição”.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Portal Terra repercute polêmica da aula criacionista

O Portal Terra publicou notícia sobre a recente polêmica envolvendo a aula ministrada por um professor do Colégio Adventista de Várzea Grande, MT, na qual ele apresenta uma versão alternativa para a formação dos fósseis: o dilúvio de Gênesis. Leia a notícia abaixo, com meus comentários entre colchetes [MB]:
A Bíblia não pertence a uma religião específica e o professor mencionou apenas argumentos ligados à geologia, à história e à paleontologia, concluindo que eles poderiam corroborar o relato bíblico do dilúvio. O Terra cai no lugar comum de polarizar a questão como sendo ciência versus religião e apela para o “Estado laico” como justificativa para o não ensino de religião. Leia a notícia abaixo e, em seguida, a íntegra da nota enviada ao Terra pelo colégio de Várzea Grande:
A foto de uma aula na qual o professor ensina a alunos do 6º ano do Colégio Adventista de Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, MT, que os fósseis são restos de animais e plantas petrificados formados “na época do dilúvio” tem gerado muita repercussão nas redes sociais, após a imagem ter sido publicada na página do Facebook da escola. A foto da aula, publicada no começo do mês, tem gerado muitas críticas de pessoas contrárias à proposta de ensino e acusam a igreja de “alienação” além de considerarem a aula uma “piada” [mesmo sendo informadas de que as escolas adventistas ensinam criacionismo e evolucionismo, essas pessoas continuam insistindo na ideia de “alienação”]. Já outros defendem a iniciativa como uma proposta “crítica”, pautada na “fé” e aplaudem a coragem da entidade e do professor.
Segundo nota divulgada pela escola, o ensino praticado pela instituição é o criacionismo em conjunto com o evolucionismo, baseado em argumentos científicos e lógicos, sem imposição de crenças religiosas e “em harmonia com as prescrições do Ministério da Educação e Cultura”. De acordo com a escola, a maioria dos alunos não frequenta a Igreja Adventista, mas o objetivo é desenvolver o entendimento de ambos os modelos entre os estudantes.
Acerca da aula sobre os fósseis, a instituição esclarece que “para que haja fossilização, são necessários (pelo menos) fatores como sepultamento rápido (para evitar a decomposição do animal ou que ele seja devorado por predadores/carniceiros) e grande quantidade de água e sedimentos [...] pode ter havido um grande evento catastrófico no passado que promoveu extinções em massa”. Segundo a escola, o professor tentou apenas permitir que os alunos desenvolvam senso “crítico/comparativo”.
“Além disso, é bom lembrar que são conhecidas centenas de culturas em todo o planeta que guardam algum relato relacionado com uma grande inundação que teria devastado o mundo. Lamentavelmente, a intenção do professor foi distorcida e a aula sobre fósseis virou motivo de acalorado debate no Facebook. Tivesse ficado apenas no debate, já teria valido a pena, pois o debate, quando respeitoso, acaba sendo proveitoso, ainda que apenas para que se conheçam as ideias de quem pensa de maneira diferente”, diz o comunicado, que finaliza dizendo que a instituição está em primeiro lugar no município entre as escolas cujos estudantes são submetidos à prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Procurado pelo Terra, o Ministério da Educação repassou ao Conselho de Educação mato-grossense a responsabilidade pelo acompanhamento e aprovação do que é ensinado nas escolas daquele Estado. Através de sua assessoria de imprensa, a pasta demonstrou preocupação com o caso e prometeu repassar as informações para o ministro Aloizio Mercadante [levando-se em conta o nível da educação no Brasil, o governo e os Conselhos de Educação deveriam se preocupar com coisas bem mais sérias...].
De acordo com o Conselho de Educação do Mato Grosso, o Estado é laico [o que não significa “ateu”], segundo normatiza a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, por isso o ensino de preceitos religiosos não deve ser cobrado como conteúdo em provas, por exemplo [é bom lembrar que a aula em questão não tinha que ver com “preceitos religiosos” e sim com o modelo diluviano corroborado pela história, pela geologia e pela Bíblia, livro sagrado para muitas religiões, não apenas a adventista]. Apesar de a escola ser mantida por uma instituição adventista, o ensino religioso deve ser algo facultativo para o estudante, além de precedido de uma discussão e aprovação em assembleias dentro da escola, antes de ser apresentado ao conselho para avaliação [a educação adventista está presente no Brasil desde 1896 e sempre foi conhecida por sua ética e pelos valores morais que defende, princípios que transcendem bandeiras denominacionais. O ensino religioso nas escolas adventistas tem como base a Bíblia e não doutrinas particulares dessa ou daquela religião].
Membros da Academia Brasileira de Ciências (ABC) que atuam na área da genética manifestaram preocupação com o que consideraram ideias “retrógradas que afrontam o método científico, fundamentadas no criacionismo, também chamado como ‘design inteligente’ [...] [na verdade, esse punhado de cientistas está indignado pelo fato de um dos maiores cientistas brasileiros defender o design inteligente e o criacionismo]. [Eles dizem ainda:] sentimo-nos afrontados pela divulgação de conceitos sem fundamentação científica por pesquisadores de reconhecido saber em outras áreas da Ciência”, diz a carta divulgada pela ABC.
De acordo com o site do colégio, a aula de História “diferente” foi ministrada com a supervisão do professor Toni Carlos Sanches, com a simulação da produção de fósseis [ou seja, ciência experimental]. “A discussão girou em torno da questão se os fósseis se formaram há milhões de anos, como sugere o Evolucionismo, ou se foram formados há milhares de anos, por ocasião do dilúvio, como sugere o Criacionismo”, segundo divulgou a instituição. “Após os experimentos, os alunos ficaram entusiasmados e muitos confirmaram a crença em um dilúvio universal”, completa.
No entanto, a discussão não é nova. Nos Estados Unidos, uma lei do Estado do Tennessee, que deve entrar em vigor brevemente, permitirá que os professores de escolas públicas questionem o consenso científico em questões como aquecimento global e teoria da evolução. [Por que não questionar esses “consensos”, quando grandes expoentes ligados a essas bandeiras admitem seus exageros? Confira. Além disso, grandes nomes da ciência como Copérnico e Galileu também discordaram do “consenso científico” (não apenas religioso) de sua época e fizeram a ciência avançar; o consenso às vezes é prejudicial, Thomas Kuhn que o diga.]
A medida visa a permitir aos professores que ajudem os estudantes a compreender, analisar, criticar e revisar de forma objetiva as potenciais fragilidades científicas das teorias existentes abordadas na disciplina ensinada, mas que não deve ser usada “para promover qualquer doutrina religiosa ou não religiosa”, segundo diz o texto da nova lei. [Repito: a intenção da educação adventista não é a de promover doutrina religiosa, mas, sim, colocar os alunos em contato com uma teoria alternativa relacionada com o assunto das origens e ensinar um evolucionismo crítico, que não varre para baixo do tapete as insuficiências epistêmicas do modelo. - MB]
Íntegra da Nota de Esclarecimento enviada pelo Colégio Adventista:
O criacionismo – ensinado no Colégio Adventista de Várzea Grande, MT, juntamente com o evolucionismo – é uma corrente de estudos interdisciplinares que procura explicar a origem da vida e do Universo, com semelhanças e diferenças em relação às teorias evolucionistas e ao design inteligente. O Colégio Adventista de Várzea Grande ensina o criacionismo, baseando-se em argumentos científicos e lógicos, sem impor crenças religiosas nem omitir a versão evolucionista. Portanto, o ensino se encontra em harmonia com as prescrições do Ministério da Educação e Cultura.
Os motivos pelos quais o colégio ensina também o criacionismo podem ser lidos neste link. Em resumo, o colégio adventista procura proporcionar aos estudantes (a maioria dos quais não pertence à igreja adventista) todo o conhecimento necessário para seu desenvolvimento, o que inclui o entendimento tanto do modelo evolucionista, quanto do criacionista.
Com relação à aula sobre fósseis sob a ótica criacionista, ministrada pelo professor da disciplina de História, Toni Sanches, na última semana, no Colégio Adventista de Várzea Grande, faz-se oportuna breve explicação: é sabido que, para que haja fossilização, são necessários (pelo menos) fatores como sepultamento rápido (para evitar a decomposição do animal ou que ele seja devorado por predadores/carniceiros) e grande quantidade de água e sedimentos. O fato de haver incontáveis animais e plantas fossilizados em todo o mundo, incluindo-se aí dinossauros de grande porte, cuja fossilização exigiria enormes quantidades de lama e sepultamento rápido, indica que pode ter havido um grande evento catastrófico no passado que promoveu extinções em massa. Muitos desses animais foram realmente pegos de surpresa, tanto que foram encontrados peixes fossilizados no exato momento em que devoravam a presa e fósseis de animais no instante em que davam à luz. Além disso, evidências indicam que os dinossauros morreram afogados, tendo sido, posteriormente, fossilizados.
O que o professor Sanches fez foi discutir uma visão alternativa à evolucionista, na busca da explicação a respeito do surgimento dos fósseis, e permitir aos alunos desenvolver o senso crítico/comparativo. Além disso, é bom lembrar que são conhecidas centenas de culturas em todo o planeta que guardam algum relato relacionado com uma grande inundação que teria devastado o mundo. Lamentavelmente, a intenção do professor foi distorcida e a aulasobre fósseis virou motivo de acalorado debate no Facebook. Tivesse ficado apenas no debate, já teria valido a pena, pois o debate, quando respeitoso, acaba sendo proveitoso, ainda que apenas para que se conheçam as ideias de quem pensa de maneira diferente.
As escolas adventistas contribuem com a sociedade fornecendo bons profissionais e alunos preparados para a concorrência em exames vestibulares e no ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), haja vista que, nos últimos anos, o Colégio Adventista de Várzea Grande, onde a referida e discutida aula foi ministrada, tem se mantido em primeiro lugar no município entre as escolas cujos estudantes são submetidos à prova do ENEM.

Fonte: http://www.criacionismo.com.br/2012/04/portal-terra-repercute-polemica-da-aula.html